[Filme] Nine (2009)

fevereiro 3, 2010

Titulo: Nine (Nine);
Ano: 2009 (EUA);
Gênero: Musical;
Direção: Rob Marshall;
Elenco: Nicole Kidman, Penélope Cruz, Daniel Day-Lewis, Sophia Loren, Marion Cotillard, Judi Dench e Kate Hudson;

Avaliação:


O tão esperado musical dirigido por Rob Marshall, mesmo diretor do aclamado “Chicago” (2002), com um elenco recheado de estrelas como: Nicole Kidman, Penélope Cruz, Daniel Day-Lewis, Sophia Loren, Marion Cotillard, Judi Dench e Kate Hudson, chegou as terras tupiniquins com um trailer maravilhoso e promessas de diversão garantida! Bem, só promessas.

O musical é baseado na obra de Frederico Fellini: “8 ½“, que trata da historia de um badalado diretor italiano de Cinema que, em meio a uma crise existencial e bloqueio criativo, se vê perdido em meio as várias mulheres de sua vida: sua mãe, sua mulher, sua amante, a atriz/musa de seus filmes, a prostituta de sua infância e uma jornalista de moda americana.

Agora vamos ao que interessa. Antes de tudo, deixo claro que adoro musicais. Porém, nem mesmo uma tendência a gostar de um certo gênero de filme é capaz de sobrepor a uma obra ruim. Nine trás tudo que o expectador espera: belas mulheres, muitas musicas e uma boa historia, mas infelizmente, sem qualidade.

Começando pelas musicas e performances, que são em sua maioria chatíssimas e entediantes, com letras e melodias ruins que conseguem fazer você esboçar um bocejo logo no começinho do filme, quando Day-Lewis se arrisca a fazer acrobacias pelo set de filmagem cantarolando. Nicole Kidman aparece apenas para marcar presença e cantar um ou dois minutos de mais uma musica sem sal. Sophia Loren, Marion Cotillard e Judi Dench tentam trazer um pouco de emoção e animação para a telona, mas não pode-se dizer que são bem sucedidas. Penélope Cruz vem com sensualidade em uma performance pra lá de… picante, mas só. Já Kate Hudson proporciona um dos poucos momentos animados do filme, cantando, talvez, a melhor musica: “Cinema Italiano” que andou ganhando indicações à alguns prêmios. Único destaque para a pessoa menos provável: Fergie. Com uma performance ótima e uma musica boa, consegue deixar sua atenção presa e confortável por alguns minutos de filme.

Fora isso, não existe muito comentário positivo. Uma historia muito interessante que já foi explorada por outros cineastas como Bob Fosse e Woody Allen, mas que em Nine não conseguiu expressar todo o sentimento e conflito existente dentro da trama, tudo isso atrelado com o significado da Arte do Cinema e com a conturbada cabeça de um personagem expirado no próprio Fellini.

Por fim, Nine foi uma grande produção que conseguiu trazer alguns momentos engraçados, sentimentais e divertidos, mas que, infelizmente, não são suficientes para sobrepor seus momentos ruins e deixar todos dentro da sala de cinema satisfeitos.

Grande Abraço!


[Filme] As Horas (2002)

fevereiro 3, 2010

Titulo: As Horas (The Hours);
Ano: 2002 (EUA);
Gênero: Drama;
Direção: Stephen Daldry;
Elenco: Nicole Kidman, Meryl Streep, Julianne Moore, Ed Harris, Claire Danes, Miranda Richardson Toni Collete;

Avaliação:


Nicole Kidman, Meryl Streep e Julianne Moore se reúnem nessa bela obra baseada no livro de Michael Cunningham, que por sua vez, se inspirou em “Mrs Dalloway” de Virginia Woolf. Um dia. Três mulheres. Três épocas. Três vidas que se entrelaçam por conseqüência de uma mesma história.

Na década de 20, Vírginia Woolf (Nicole Kidman) enfrenta uma luta contra sua insanidade que a leva a depressão e idéias de suicídio enquanto busca inspiração para escrever seu livro intitulado “Mrs. Dalloway”. Em 1951, Laura Brown (Julianne Moore), uma típica dona de casa grávida de seu segundo filho, infeliz com seu estilo de vida, prepara uma festa de aniversário para o marido enquanto lê assiduamente o livro de Virgínia. Nos dias atuais, 2001, vive Clarissa Vaughn (Meryl Streep), uma editora de livros que vive em Nova York e está organizando uma festa para comemorar a atribuição de um importante prêmio à obra poética à Richard (Ed Harris), escritor que fora seu amante no passado e está morrendo de AIDS.

Classificando-o: é uma mini-biografia de Virginia Woolf, que aborda o desgaste provocado pela criação artística, a homossexualidade em diversas épocas e retrata um pouco das complicadas relações familiares.
O elenco é de primeira, suas caracterizações são exemplares, e apesar de ser um filme difícil à primeira vista, é uma grande obra. As histórias se interligam de forma supreendente. As Horas recebeu 8 indicações ao Oscar incluindo Melhor Filme e Atriz, porem faturou apenas o último (Melhor atriz: Nicole Kidman).

Curiosidades:

+Apesar do filme estar pronto desde 2001, as distribuidoras Miramax e a Paramount Pictures decidiram adiar seu lançamento em um ano, por considerar a disputa ao Oscar muito acirrada naquela ocasião.
+Para fazer o papel de Virginia Woolf, Nicole Kidman usou um nariz falso.
+Nicole Kidman é canhota e teve que aprender a escrever com a mão direita porque a escritora Virginia Woolf não era canhota.
+Emily Watson e Gwyneth Paltrow estiveram cotadas para o papel de “Laura Brown”.
+O segmento do filme com Meryl Streep foi filmado primeiro, depois o de Julianne Moore, e por último o de Nicole Kidman.
+A transformação de Julianne Moore em uma senhora idosa levava seis horas.
+Antes de definir o título de seu livro como Mrs. Dalloway, a escritora Virginia Woolf cogitou intitulá-lo como The Hours.
+As Horas é o 2º filme dirigido por Stephen Daldry. O anterior fora Billy Elliot. 

Beijos e até a próxima!

 


[Filme] Moulin Rouge (2001)

janeiro 30, 2010

Titulo: Moulin Rouge – Amor em Vermelho (Moulin Rouge);
Ano: 2001 (Austrália/EUA);
Gênero: Musical / Drama/ Romance;
Direção: Baz Luhrmann;
Elenco: Nicole Kidman, Ewan McGregor, John Leguizamo, Richard Roxburgh;

Avaliação:


Spetacular! Spetacular! Moulin Rouge é uma bela história de amor, desejo e obsessão escrita e dirigida pelo australiano Baz Luhrmann. O elenco excepcional, músicas contagiantes compostas por letras de canções que marcaram época no cenário pop e um visual estonteante fazem desse, sem dúvida, o melhor musical desse século. Drama, comédia e romance misturam-se ao ritmo contagiante dessa grande obra.

No cenário da decadente sociedade elitista francesa o filme narra a história de Christian (Ewan McGregor), um jovem idealista de família bem sucedida que decide ir para Paris tornar-se escritor e escrever lindas histórias de amor, seu único problema: ele nunca se apaixonou; e Satine (Nicole Kidman) uma sedutora e deslumbrante cortesã do famoso cabaré Moulin Rouge, ícone da boemia parisiense, que sonha em se tornar atriz.
A jovem Satine é levada a acreditar que sua grande oportunidade finalmente apareceu com a chegada de um milionário Duque (Richard Roxburgh) disposto a investir e revolucionar a nightclub em troca do amor da jovem. Durante uma de suas apresentações Satine conhece Christian, que juntamente com um grupo de atores boêmios vão procura-la com a intenção de criar uma peça. Ela acidentalmente o confunde com o tão esperado Duque e antes que possam perceber ambos se apaixonam.
No decorrer da trama o casal vive um perigoso romance secreto enquanto montam uma peça teatral que promete tornar o Moulin Rouge uma grande e renomada Casa de Espetáculos e driblam o egocêntrico e patético Duque que tenta a todo custo conquistar a moça.

Com um desfecho trágico e emocionante o filme provoca risos, lágrimas e suspiros nos espectadores do início ao fim.

Moulin Rouge foi resultado de um projeto orçado em 50 milhões de dólares, repleto de figurinos fantásticos, cenários elaborados e diálogos brilhantes compostos por trechos de músicas dos Beatles, U2, Elton John, Madonna, Fatboy Slim, Christina Aguillera, Beck, Ozzy Osborne, Nirvana e David Bowie.

O filme recebeu 6 indicações ao Oscar: Melhor Som, Melhor Filme, Melhor Maquiagem, Melhor Edição, Melhor Fotografia e Melhor Atriz, mas infeliz e injustamente conquistou apenas as estatuetas por Melhor Direção de Arte e Melhor Figurino. Com certeza, se a imprensa cinematográfica holliwoodiana não tivesse decidido tornar a 74° Premiação do Oscar um palco de homenagens aos atores negros (não entendam mal; de fato, Denzel Washington, e mais ainda, Sidney Poitier mereciam as estatuetas douradas!), Nicole Kidman teria arrebatado o prêmio facilmente no lugar da fraquíssima Halle Berry.
Bom, mas quem disse que a vida é justa?!

Beijos e até a próxima!


[Filme] Uma Prova de Amor (2009)

janeiro 30, 2010

Titulo: Uma Prova de amor (My Sister’s Keeper);
Ano: 2009 (EUA);
Gênero: Drama;
Direção: Nick Cassavetes;
Elenco: Cameron Dias, Abigail Breslin, Alec Baldwin, Walter Raney, Sofia Vassilieva;

Avaliação:


O filme conta a história de uma adolescente, Kate Fitzgerald, que desde a infância foi diagnosticada com um tipo raro e incurável de leucemia; de uma irmã, Anna (Abigail Braslin), que foi concebida para ser geneticamente compatível com a irmã doente e doar-lhe partes de seu corpo durante suas vidas, mantendo Kate viva, até que aos 11 anos ela procura um famoso advogado, vivido por Alec Baldwin, para obter emancipação médica e decidir sobre seu próprio corpo;
Conta também a história de uma mãe (Cameron Dias) que não pode desistir de sua própria filha e o drama que afeta todos de uma família que convive de perto com essa doença.

Uma prova de amor é um filme sensível, comovente e que busca mostrar a feia realidade de uma doença devastadora. Cameron Dias está bem nesse papel dramático, muito diferente de como costumamos vê-la…

No geral a idéia do filme é boa, apesar do final ser um pouco confuso em questão de continuidade entre uma ou outra cena, mas se você está precisando de boa dose de realidade e humanidade este é, no mínimo, um filme interessante.

Prepare a caixinha de lenços e bom filme!

Beijos e até a próxima!


[Livro] Saga Crepúsculo (2005)

janeiro 30, 2010

Titulo: Saga Crepúsculo (Twilight);
Ano: 2005-2008 (EUA);
Escritor: Stephenie Meyer;

Avaliação:


O vampiro, ente mitológico que se alimenta de sangue humano, é um personagem muito comum na literatura. A sede por sangue, preferencialmente, humano para sobreviver, não poder sair na luz do Sol, se transformar em morcego, não ter seu reflexo no espelho e poder ser morto por uma estaca no coração eram os principais pontos em comum citados que garantiram sucesso de diversas obras… até agora.

Os vampiros mais famosos no campo da literatura e das Artes são: Drácula de Bram Stoker, Nosferatu, Lestat de Lioncourt de Anne Rice, e a mais nova sensação: a Família Cullen de Stephenie Meyer.

A Saga Crepúsculo lançada a partir de 2005 narra a história de Isabella Swan, uma desastrada e azarada adolescente, que se vê compelida a morar com pai na pequena cidade fria e chuvosa de Forks, Washington, quando sua mãe casa-se e decide mudar de estado para seguir seu marido jogador de basebol. Em Forks, ela conhece Edward Cullen, o belo e misterioso vampiro que mudará o rumo de sua vida para sempre.

O romance ganhou diversos prêmios, incluindo o “Top 10 Livros para Jovens Adultos” da American Library Association, entrou na lista de Best sellers do New York Times e Best selling de 2008, no USA Today.

Depois de ler os 4 livros (Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Amanhecer) da série é difícil entender seu estrondoso e esmagador sucesso. A história é sem dúvida inovadora… num conjunto de idéias “clean” e um formato exageradamente romântico visando atingir o público teen, a Saga Crepúsculo tinha muito para ser uma ótima leitura “para todas as idades” se… a escritora soubesse não só elaborar uma escrita convidativa, como também aproveitar as boas idéias expostas no primeiro livro ao invés de perder o fio da meada.

Ainda sim, Bella e a família Cullen atingiram nos dois últimos anos um poderoso recorde de popularidade podendo ser comparado ao sucesso de Harry Potter.

Talvez seja a leitura simples e fácil, ou talvez a paixão cega e proibida romanticamente excessiva vivida por Bella e Edward, ou ainda a personificação do homem-perfeito: sensível, compreensível, charmoso, inteligente e… sexy! Complexo de entender, mas certamente Meyer está sorrindo nesse momento.

Para ler um breve resumo (Spoilers) e crítica do quatro livros basta clicar em “+ Leia Mais”, logo abaixo

Beijos e até a próxima!

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[Filme] Amor sem Escalas (2009)

janeiro 28, 2010

Titulo: Amor sem Escalas (Up in the Air);
Ano: 2009 (EUA);
Gênero: Drama/Comédia;
Direção: Jason Reitman;
Elenco: George Clooney, Anna Kendrick, Vera Farmiga, Melanie Lynskey;

Avaliação:


Enfim chegou aos cinemas brasileiros Amor sem Escalas (Up in the Air), um filme que mistura um pouco de drama, comedia e romance, tudo isso com a recente crise mundial como plano de fundo.

George Clooney interpreta Ryan, um homem que trabalha em uma firma de RH, responsável por demissões de inúmeros trabalhadores espalhados por grandes firmas pelo país e tem como principal meta de vida alcançar um numero (absurdo) de milhas de vôo. Após a aparição de Natalie, sua mais nova companheira de trabalho, interpretada por Anna Kendrick, a vida de Ryan tende a mudar bruscamente, pois a jovem propõe um novo método de demitir funcionários: utilizando a internet ao invés de viagens pelo pais. Em meio a tudo isso, Ryan conhece Alex em uma de suas viagens a trabalho. Ela, interpretada por Vera Farmiga, também é uma mulher que vive mais tempo entre aeroportos e aviões do que na própria casa e, então, inicia-se uma romance.

O filme, de certa forma, excede as expectativas de quem lê a sinopse. Dirigido por Jason Reitman (Juno), tem um ótimo roteiro, que levou merecidamente o Globo de Ouro, e um dos pontos que merecem ser comentados, são as diferentes reações de cada empregado demitido pelo texto ensaiado e feição firme do personagem interpretado por Clooney, assim como isso se entrelaça com a Crise, onde um grande numero de pessoas são despedidas de seus trabalhos. As atuações não merecem nenhum comentário em especial. São boas, mas apenas isso. Clooney não consegue deixar de ser… Clooney. Vera Farmiga faz seu papel satisfatoriamente, assim como todo o resto do elenco. Não vejo toda essa justiça nem burburinho quanto as atuações do casal protagonista da obra.

O filme tem alguns quesitos técnicos um tanto cansativos, como as cenas (repetidas milhões de vezes) que indicam cada cidade onde o protagonista está viajando, assim como a trilha sonora um tanto entediante, mas salvo isso, tem uma boa direção, um bom elenco, um ótimo roteiro e, em uma avaliação geral, ganha nota bastante positiva.

Por fim, Amor sem Escalas me agradou bastante com sua sutil forma de tratar dos dilemas pessoais do ser humano quanto a vida, seja ele um lar, um par, um amor, um trabalho, um objetivo. Tudo isso misturado de forma bem agradável e com uma ótima pitada de realidade ao decorrer da trama. Trabalha bem os conflitos internos dos personagens principais e as mudanças pessoais da vida de uma jovem e de um homem de meia idade que acredita que a solidão é uma filosofia de vida, mas acaba por aprender que não é bem assim.

Há quem aposte que este será um dos possiveis nomes do Oscar 2010. Já eu prefiro ficar em cima do muro, afinal, deixei a sala de cinema com um gostinho muito bom de ter assistido a um ótimo filme, mas não apostaria na ideia de carregar muitas estatuetas para casa ao fim da noite de premiação.

Grande Abraço!


[Filme] O Silêncio dos Inocentes (1991)

janeiro 26, 2010

Titulo: O Silêncio dos Inocentes (The Silence of the Lambs);
Ano: 1991 (EUA);
Gênero: Ficção;
Direção: Jonathan Demme;
Elenco: Anthony Hopkins , Jodie Foster , Lawrence A. Bonney , Kasi Lemmons , Lawrence T. Wrentz;

Avaliação:


O Silêncio dos Inocentes, filme aclamado com  inúmeras premiações, dentre elas, 5 Academy Awards, incluindo o de melhor filme e diretor (Jonathan Demme). Com um elenco de tirar o folego, onde consagrados atores como: Anthony Hopkins, Jodie Foster, Ted Levine, Scott Glenn e Anthony Heald, são incubidos de manter a trama de suspense baseada na obra literaria de Thomas Harris, ainda mais emocionante a cada momento do filme.

A obra de Thomas Harris, não é lá tão diferente da obra cinematográfica de Jonathan Demme, salvo uma coisinha aqui e outra ali. Diferente da grande maioria dos livros adaptados para a grande tela, O Silêncio dos inocentes, consegue resumir em 1h e 58 min toda a intenção do livro, sem driblar seus clímaxs (que são muitos) fazendo os expectadores remexerem-se a cada cena repleta de tensão que o filme tras. Minha única “decepção” com a obra cinematográfica, foi o corte de carga emocional (muito evidente na obra literária) retirado da personagem principal Clarice Starling, resultando em adaptações um pouco mais pobres de personagens importantes na trama, como o caso de Jack Crawford e Bella (esposa de Crawford que não é citada no filme), Catherine Martin, Ardelia Mapp e até mesmo Jame Gumb (Buffalo Bill). Essa menor carga de importância dada aos personagens secundários, muda a real ordem do livro, acabando por dar ênfase no relacionamento do Dr. Hanniball Lecter e na aspirante a agente especial, Clarisse Starling. O filme passa a ser a narração do período em que Starling conhece Lecter, deixando o caso  do esfolador de jovens (Buffalo Bill) quase que em terceiro plano, diferente do livro. Uma outra proposta, diferente, mas de forma alguma ruim, afinal o resultado final do filme é ótimo, assim como o livro.


Cinema em 2010 (Parte I)

janeiro 26, 2010

O ano de 2010 realmente promete estourar nas telonas de todo o mundo, afinal, bons títulos não faltam programados para estrear nos próximos doze meses. Alguns esperados por legiões de fans, como Harry Potter e as Relíquias da Morte e Eclipse, terceiro filme da Saga Crepúsculo, assim como a releitura do clássico Alice no País das Maravilhas dirigido por Tim Burton; Também teremos os Games entrando na telona, como Prince of Persia e Ninja Assassin; sem contar o cinema brasileiro, que investirá pela primeira vez na tecnologia 3D, lançando a animação 31 Minutos e trazendo mais filmes polêmicos como Tropa de Elite 2; as continuações das famosíssimas animações Shrek e Toy Story também irão estrear nesse ano cheio de novidades e, esperamos, boas surpresas.

Resolvi escrever um “resumão” dos filmes previstos para esse ano, falando do elenco, equipe, sinopse e o que realmente se espera das obras cinematográficas que estão para pintar. Neste post, “Parte I”, estarão os filmes previstos para os meses de Janeiro, Fevereiro e Março. Na próxima parte falarei dos próximos três meses e por assim em diante.

Neste primeiro trimestre chegam ao cinemas brasileiros a maioria dos filmes aspirantes a vencedores de Oscar, que já estão rolando nos cinema Norte-Americanos, como: Nine, Coração Louco, Preciosa e Entre Irmão. Também chegam algumas produções esperadas como a adaptação do Game Ninja Assasin e do livro infanto-juvenil Percy Jackson e os Olimpianos: O Ladrão de Raios; e também o cinema nacional que trará sua versão para o publico “teen” de High School Musical e o romance Histórias de Amor Duram Apenas 90 Minutos.

Para ler a matéria completa, apenas clicar em “+ Leia Mais”, logo abaixo.

Grande Abraço.

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Eu beijei o David Lynch

agosto 23, 2008

Para quem não sabia, o renomado diretor David Lynch estava em terra tupiniquins. Lançando seu livro: “Em Águas Profundas : Criatividade e Meditação“, que fala sobre meditação e outras coisas que pouco interessa os cinéfilos, o homem por tras de obras com Império Dos Sonhos, Cidade dos Sonhos e Veludo Azul fez algumas palestras pelo nosso amado solo Carioca, e felizmente, tivemos a sorte te ter uma tiete de plantão que acompanhou (perseguiu) Mr. Lynch.

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